Pular para o conteúdo principal

SEM CONCURSO PÚBLICO, MAS COM AS CHAVES DO COFRE!

 





É muito triste o trabalhador ter que sair de casa e ir trabalhar para ganhar o dinheiro que já gastou.
E isto acontece com muitos brasileiros, já outras categorias abastadas, além de receberem seus altos salários, recebem ainda:
- Ajuda Aluguel, ajuda Combustível, ajuda Estudo, ajuda Alimentação, ajuda Vestuário e outras cositas mas...

E tem aqueles que igualmente saem de casa, sem saber se irão voltar e seguem sua missão de arriscar a vida em prol da população gaúcha, mesmo sem ter o reconhecimento devido do Gestor Público, o qual teve acrescido 32% em seu Alto Salário, de seu vice, dos Deputados e do Judiciário.
Depois de ter sido beneficiado em sua remuneração, corre o tal gestor para a imprensa e grita aos quatro ventos, não ter dinheiro para recuperar as perdas dos funcionários da "Segurança Pública" e dos demais "Funcionários Públicos Concursados do Estado" e nem mesmo repor a inflação que já devorou seus salários, juntamente com as recentes reduções feitas por este mesmo Gestor que aspira voos a nível nacional...
Portanto nós, da Segurança Pública e Bombeiros Militares, que arriscamos nossas vidas pela população gaúcha, queremos somente os mesmos direitos aos 32% de reposição em nossos salários ou seja, parte da inflação que corroeu nossos ganhos e que o Sr. Governador e as categorias citadas anteriormente, já receberam!

$$$""32% já!""$$$

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

COME E DEPOIS VIRA O COCHO...

     Quem nunca ouviu ou leu a citação, come e depois vira o cocho?    Acredito que a grande maioria já ouviu e sabe que este aforismo surgiu pelo fato de que o porco normalmente faz isso, logo depois que come. Mas creio que muitos não se deram conta, de que o porco age desta forma por puro instinto, na busca de mais alimento e não com a intenção de simplesmente desfazer do artefato que lhe foi útil. Diferentemente do suíno, alguns seres humanos descartam seus resquícios de modo nada sociável e nas mais variadas situações e ambientes em que vivem, servindo a estes então a colocação dispensada até então aos “porcos”.    E em nossa Cidade não precisamos ir muito longe para ver situações que nos remetem ao dito popular, atribuindo este comportamento principalmente aos nossos jovens que fumam, comem e bebem em vias públicas e mesmo estando diante de lixeiras, preferem colocar seus detritos nas calçadas e nas vias públicas. Por vezes, até mesmo...

A dívida da prostituta

2 de novembro às 20:12 A DÍVIDA DA PROSTITUTA. Em uma pequena cidade turística, caiu uma chuva torrencial por vários dias, deixando a cidade praticamente deserta. Há tempo que a crise  vinha assolando este lugar ... Todos tinham dívidas e viviam à base de créditos. Por sorte, chegou um milionário com muito dinheiro, entrou no pequeno hotel e pediu um quarto, colocando no balcão R$ 1.000,00. - A recepcionista foi mostrar os quartos para o homem escolher, enquanto o dono do hotel pegou o dinheiro e saiu correndo para pagar a sua divida com o açougueiro. - O açougueiro pegou o dinheiro e correu para pagar sua dívida com o criador dos animais. - O criador pegou o dinheiro e correu para pagar o Moinho, que fornecia alimento para os animais. - O dono do moinho pegou o dinheiro e correu para pagar sua dívida com a Prostituta. - A prostituta correu para pagar o dono do hotel, que ela utilizava para levar seus acompanhantes. Neste momento, o milionário volt...

A fábula do sapo

   Segundo consta do repertório popular, um cientista, querendo comprovar que incômodos quando gradativos provocam uma natural acomodação e não uma reação brusca para se livrar de uma situação incomoda, decidiu realizar um experimento utilizando para isso dois sapos, uma panela, um pouco de água e um fogão.    O cientista colocou a panela com água no fogão e colocou o primeiro sapo dentro dela. Passados algum tempo a água começou a esquentar gradualmente e o sapo acostumou-se com ela e só quando estava insuportavelmente quente, esboçou tardiamente uma tentativa de deixar a panela e morreu. Em seguida, o cientista jogou dentro da mesma panela que já estava com a água quente, o segundo sapo, que reagiu em frações de segundos e pulou da panela com apenas algumas queimaduras, mas sobreviveu.    Agora vamos a nossa realidade. Observem que esta fábula condiz exatamente com a situação brasileira que estamos vivendo e digo os porquês:   Primeiro viera...