Pular para o conteúdo principal

A dívida da prostituta


A DÍVIDA DA PROSTITUTA.
Em uma pequena cidade turística, caiu uma chuva torrencial por vários dias, deixando a cidade praticamente deserta.
Há tempo que a crise vinha assolando este lugar ... Todos tinham dívidas e viviam à base de créditos.
Por sorte, chegou um milionário com muito dinheiro, entrou no pequeno hotel e pediu um quarto, colocando no balcão R$ 1.000,00.
- A recepcionista foi mostrar os quartos para o homem escolher, enquanto o dono do hotel pegou o dinheiro e saiu correndo para pagar a sua divida com o açougueiro.
- O açougueiro pegou o dinheiro e correu para pagar sua dívida com o criador dos animais.
- O criador pegou o dinheiro e correu para pagar o Moinho, que fornecia alimento para os animais.
- O dono do moinho pegou o dinheiro e correu para pagar sua dívida com a Prostituta.
- A prostituta correu para pagar o dono do hotel, que ela utilizava para levar seus acompanhantes.
Neste momento, o milionário voltou com a recepcionista e informou que não gostou de nenhum quarto. Decide ir embora, e pede seu dinheiro de volta para o dono do hotel.
Ninguém ganhou nenhum centavo, mas todos quitaram sua dívidas, porém, agora toda a cidade vive sem dívidas, e olha para o futuro com confiança.
MORAL DA HISTÓRIA:
SE O DINHEIRO CIRCULA NA ECONOMIA LOCAL, SE ACABA A CRISE.
- Consumamos mais nos pequenos comércios e pequenos mercados.
- Consuma o que teus amigos produzem dentro do país.
- Se teu amigo tem uma microempresa, compra dele.
- Se teu amigo fabrica roupas ou calçados, compre dele.
- Se teu amigo tem uma Pastelaria, coma lá.
Dê mais valor as pequenas coisas da vida.
Dê mais valor ao respeito.
Dê mais valor à honestidade.
Dê mais valor à humildade.
Apoie o comércio local.
Autor Desconhecido.
Compartilhado da Internet.
Texto original em espanhol
Tradução e adaptação Rodrigo Lessnau.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

COME E DEPOIS VIRA O COCHO...

     Quem nunca ouviu ou leu a citação, come e depois vira o cocho?    Acredito que a grande maioria já ouviu e sabe que este aforismo surgiu pelo fato de que o porco normalmente faz isso, logo depois que come. Mas creio que muitos não se deram conta, de que o porco age desta forma por puro instinto, na busca de mais alimento e não com a intenção de simplesmente desfazer do artefato que lhe foi útil. Diferentemente do suíno, alguns seres humanos descartam seus resquícios de modo nada sociável e nas mais variadas situações e ambientes em que vivem, servindo a estes então a colocação dispensada até então aos “porcos”.    E em nossa Cidade não precisamos ir muito longe para ver situações que nos remetem ao dito popular, atribuindo este comportamento principalmente aos nossos jovens que fumam, comem e bebem em vias públicas e mesmo estando diante de lixeiras, preferem colocar seus detritos nas calçadas e nas vias públicas. Por vezes, até mesmo...

A fábula do sapo

   Segundo consta do repertório popular, um cientista, querendo comprovar que incômodos quando gradativos provocam uma natural acomodação e não uma reação brusca para se livrar de uma situação incomoda, decidiu realizar um experimento utilizando para isso dois sapos, uma panela, um pouco de água e um fogão.    O cientista colocou a panela com água no fogão e colocou o primeiro sapo dentro dela. Passados algum tempo a água começou a esquentar gradualmente e o sapo acostumou-se com ela e só quando estava insuportavelmente quente, esboçou tardiamente uma tentativa de deixar a panela e morreu. Em seguida, o cientista jogou dentro da mesma panela que já estava com a água quente, o segundo sapo, que reagiu em frações de segundos e pulou da panela com apenas algumas queimaduras, mas sobreviveu.    Agora vamos a nossa realidade. Observem que esta fábula condiz exatamente com a situação brasileira que estamos vivendo e digo os porquês:   Primeiro viera...